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Os profissionais do mercado imobiliário precisaram se adaptar ao novo cenário de distanciamento social.

Os mercados globais foram rapidamente atingidos com a declaração de pandemia anunciada em março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde – OMS, em razão da disseminação global do novo coronavírus (Covid-19), ocasionando uma desaceleração da economia global, afetando de forma instantânea o mercado imobiliário no Brasil.

As empresas que buscam colher melhores resultados no mercado devem entender quais são essas mudanças, que passam, principalmente, por soluções tecnológicas.

Esse forte reflexo tem ocasionado renegociações de aluguéis, vacância de locações, pode gerar aumento do número de distratos de compromissos de venda e compra, redução na compra de imóveis e consequente crescimento de estoques, além de postergação de lançamentos por parte das incorporadoras e diminuição da velocidade de vendas. Isso tudo impacta negativamente no mercado imobiliário.

Desse modo, analisando friamente os impactos causados no mercado imobiliário nacional, que vinha caminhando em uma próspera retomada em 2019 e início de 2020, conseguimos enxergar que o mercado declina, de fato, para uma nova crise, contudo, dependendo do plano de contingência e estratégia tomada por alguns players, podemos ser otimistas para o futuro do setor, que pode reservar boas oportunidades para essas empresas.

O cenário da pandemia trouxe dificuldades principalmente para empresas mais tradicionais, que mantinham operação voltada para a interação pessoal com os clientes. O contexto de distanciamento social ampliou a necessidade de investir em novas tecnologias para superar esse obstáculo.

Sem os estandes presenciais, os clientes podem fazer visitas on-line nos projetos decorados dos apartamentos. As companhias ainda conseguem usar recursos como vídeos e fotos de alta qualidade, além de visão 360° dos imóveis.

admin

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